Hoje eu acordei lembrando que era o aniversário do meu irmão, mas logo depois as lembranças do sonho maluco que eu tive tomaram conta da minha mente e acabei esquecendo de ligar pro Flavinho. Vou acabar ligando a noite, eu sempre deixo tudo para de noite e adivinha, eu nunca faço. Mas hoje eu vou mudar tudo o que eu sempre disse que ia fazer, hoje eu ligo para ele e pelo menos vou tentar estudar durante a noite. Ah, não posso deixar de dizer das lembranças que vieram enquanto eu fazia o almoço, eu me lembro de quando eu estava na quinta ou sexta série e era dia primeiro de abril, e resolvemos brincar com nossa professora, acho que foi a unica pegadinha que eu fiz, pedimos para a diretora fingir que estava demitindo ela, foi triste e engraçado ao mesmo tempo. Quando ela descobriu que era mentira, eu sai correndo com medo dela me bater. Sei lá porque eu fiz isso, eu sei que a ideia foi minha, então se houvesse alguma bronca ela cairia pra cima de mim, eu só havia me esquecido que a diretora era cúmplice de tudo aquilo, como eu era besta e inocente. Acredito que besta eu ainda sou, e um pouco da minha inocência ainda sobrevive. Voltando ao assunto do meu sonho, foi um sonho muito estranho e muito complicado de entender, gostaria de conseguir falar sobre ele com a mesma facilidade que eu tenho de lembrar. Sonhei com aquele alguém, é aquele que não tem meu número de telefone, aquele que talvez nem saiba meu nome, aquele que está na minha cabeça desde o domingo. Uma hipótese para eu ter sonhado com ele foi o fato de eu ter ido dormir pensando nele, fazia muito tempo que eu não me sentia tão encantada (apaixonada é uma palavra muito forte para o momento) por alguém, eu não quero sofrer é a unica coisa que eu sei que quero. Não quero me machucar por um "amor" platônico, ou seria um encantamento platônico? Seja o que for, vocês conseguem entender. Acho que vou parar de falar nisso senão eu acabo alimentando algo que não me faz bem, na verdade me faz bem até certo ponto. Agora vou parar de me contradizer.quinta-feira, 1 de abril de 2010
Primeiro de abril
Hoje eu acordei lembrando que era o aniversário do meu irmão, mas logo depois as lembranças do sonho maluco que eu tive tomaram conta da minha mente e acabei esquecendo de ligar pro Flavinho. Vou acabar ligando a noite, eu sempre deixo tudo para de noite e adivinha, eu nunca faço. Mas hoje eu vou mudar tudo o que eu sempre disse que ia fazer, hoje eu ligo para ele e pelo menos vou tentar estudar durante a noite. Ah, não posso deixar de dizer das lembranças que vieram enquanto eu fazia o almoço, eu me lembro de quando eu estava na quinta ou sexta série e era dia primeiro de abril, e resolvemos brincar com nossa professora, acho que foi a unica pegadinha que eu fiz, pedimos para a diretora fingir que estava demitindo ela, foi triste e engraçado ao mesmo tempo. Quando ela descobriu que era mentira, eu sai correndo com medo dela me bater. Sei lá porque eu fiz isso, eu sei que a ideia foi minha, então se houvesse alguma bronca ela cairia pra cima de mim, eu só havia me esquecido que a diretora era cúmplice de tudo aquilo, como eu era besta e inocente. Acredito que besta eu ainda sou, e um pouco da minha inocência ainda sobrevive. Voltando ao assunto do meu sonho, foi um sonho muito estranho e muito complicado de entender, gostaria de conseguir falar sobre ele com a mesma facilidade que eu tenho de lembrar. Sonhei com aquele alguém, é aquele que não tem meu número de telefone, aquele que talvez nem saiba meu nome, aquele que está na minha cabeça desde o domingo. Uma hipótese para eu ter sonhado com ele foi o fato de eu ter ido dormir pensando nele, fazia muito tempo que eu não me sentia tão encantada (apaixonada é uma palavra muito forte para o momento) por alguém, eu não quero sofrer é a unica coisa que eu sei que quero. Não quero me machucar por um "amor" platônico, ou seria um encantamento platônico? Seja o que for, vocês conseguem entender. Acho que vou parar de falar nisso senão eu acabo alimentando algo que não me faz bem, na verdade me faz bem até certo ponto. Agora vou parar de me contradizer.
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